Para hoje só a música...
sábado, 28 de Março de 2009
quarta-feira, 25 de Março de 2009
Instantes
Num breve instante tudo parece parar,
Saio do meu corpo como que a flutuar.
Vejo o bater do meu próprio coração,
E a sensação de que este pode estar a falhar.
Num breve instante parece que tudo mudou,
Dou por mim a pensar que já não sei quem sou.
Sinto-me perdido, doente e a sufocar,
Sinto que não recebo tudo aquilo que dou.
Neste breve instante sinto o meu coração cair,
Cair num espaço fechado e totalmente vazio,
Um sitio onde deixo de poder sentir.
Dou assim por mim com estas palavras engasgadas,
Tento falar mas não tenho quem me oiça,
Apenas os animais e as árvores de negro adornadas.
Saio do meu corpo como que a flutuar.
Vejo o bater do meu próprio coração,
E a sensação de que este pode estar a falhar.
Num breve instante parece que tudo mudou,
Dou por mim a pensar que já não sei quem sou.
Sinto-me perdido, doente e a sufocar,
Sinto que não recebo tudo aquilo que dou.
Neste breve instante sinto o meu coração cair,
Cair num espaço fechado e totalmente vazio,
Um sitio onde deixo de poder sentir.
Dou assim por mim com estas palavras engasgadas,
Tento falar mas não tenho quem me oiça,
Apenas os animais e as árvores de negro adornadas.
quinta-feira, 19 de Março de 2009
Desistir ou não desistir???
quinta-feira, 12 de Março de 2009
domingo, 1 de Março de 2009
Chuva

Os demónios recusam-se a adormecer, e hoje dei por mim a desejar que a chuva conseguisse molhar a minha alma como molhava o meu corpo, talvez assim acalmando as chamas de onde eles se alimentam.
Resolvi passear umas horas à chuva, no meio de um dos mais belos recantos do nosso país. A chuva batia as copas de árvores centenárias, a terra parecia pulsar à batida de cada gota... a solidão acentuada pela ausência de qualquer humano ou animal, os únicos sons provenientes do leve sussurrar dos céus.
Infelizmente nem no meio deste cenário idílico, nem rodeado de paz exterior, consegui alcançar a paz que necessito, pôr tudo o que me rodeia em perspectiva, e encontrar assim a melhor maneira de me manter no caminho que escolhi.
Só me resta continuar a esperar, dando um passo de cada vez, e tentar silenciar estas vozes que me tentam... que me roubam os pensamentos e no final a vontade.
Resolvi passear umas horas à chuva, no meio de um dos mais belos recantos do nosso país. A chuva batia as copas de árvores centenárias, a terra parecia pulsar à batida de cada gota... a solidão acentuada pela ausência de qualquer humano ou animal, os únicos sons provenientes do leve sussurrar dos céus.
Infelizmente nem no meio deste cenário idílico, nem rodeado de paz exterior, consegui alcançar a paz que necessito, pôr tudo o que me rodeia em perspectiva, e encontrar assim a melhor maneira de me manter no caminho que escolhi.
Só me resta continuar a esperar, dando um passo de cada vez, e tentar silenciar estas vozes que me tentam... que me roubam os pensamentos e no final a vontade.
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